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Chainho: «Não posso arrepender-me»

Chainho está de férias, no Algarve, com a mulher, Mónica, o filho Diego, de 16 meses, e os sogros, Maria Graciete e Luís Filipe Batista.

O jogador que, na época passada representou o Panatinhaikos, estuda agora as várias hipóteses em "carteira" para o seu futuro e garante novidades nas próximas horas. No entanto, estas incertezas não retiram a tranquilidade a quem já vai estando habituado. "É o terceiro ano que isto acontece e, por isso, tudo é mais calmo. Não acertei com clubes, porque provavelmente vou assinar o meu último contrato e terei de pensar bem, para não me arrepender no futuro", esclareceu.

O facto de poder voltar a mudar de país não incomoda o jogador, recordando até que o casal já tem amigos em Espanha, dos tempos que jogou no Saragoça, e até na Grécia. Aliás, antes do Algarve, Chainho e a mulher estiveram em Tenerife e o jogador "foi reconhecido por quatro casais gregos" que ali se encontravam, como recordou Mónica. "Fizemos amizade com dois deles", contou.

No Algarve, o casal aproveita para desfrutar do sol. Mas não só. Quatro vezes por semana, Chainho faz umas corridas, revelando, depois, como passa o resto do tempo: "Acordo cedo, por volta das 9 horas e, em quatro dias da semana, faço umas corridas. Depois vou para a praia, estou com os amigos e faço muitos churrascos".

Vício

Segundo revelou Mónica, Chainho tem um vício: A música. A mulher do médio revelou que, em casa, o marido tem mais de dois mil CD's, de todos os tipos musicais. Ao ouvir estas palavras, o jogador lá acabou por confessar que, por exemplo, para os estágios leva "cerca de cem CD's, apenas para que não falte".

E que mais fará Chainho nas concentrações das equipas? Além de "conversar com os colegas", o futebolista aproveita para ler: Leio muito. Por causa da Mónica. Ela puxou muito por mim". Chainho não esboçou qualquer hesitação quando o Record lhe pergunta: Lisboa ou Atenas? "Lisboa e

«Estar em Portugal é um alívio»

Bárbara Elias ouviu atentamente Mónica falar da atribulada vida de Atenas, aproveitando também para trocar algumas impressões sobre certos países que conheceu. A mulher de Chainho foi a primeira a enfrentar as dificuldades, sobretudo "devido à língua, já que nem todos falam inglês", como explicou a Record.

Lembrando que Mónica "não tinha amigos na Grécia e queria vir embora, nos dois primeiros meses", Chainho confessou que estar em Portugal, depois de tanto tempo fora, é uma sensação de alívio.

"Só o facto de todos os dias poder comprar os jornais portugueses e ver a nossa televisão, faz com que tudo seja completamente diferente. Não há comparação, apesar de a Grécia ser um grande país", acrescentou Chainho.

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