Chefe dos árbitros do Egito obrigado a deixar o país após rumor de relacionamento homossexual

Declarações do presidente do Zamalek levaram Mark Clattenburg a receber ameaças dos adeptos do clube egípcio

• Foto: Reuters
Mark Clattenburg foi forçado a deixar o Egito, onde o antigo árbitro inglês é responsável pelos juízes daquele país, depois de o presidente do Zamalek - clube que ontem despediu Jesualdo Ferreira - ter feito duras críticas ao seu trabalho e ter inclusive dado a entender que tem uma relação com outro homem.

Após Mortada Mansour ter alegado que o inglês se divorciou da agora ex-mulher para iniciar um relacionamento homossexual, Clattenburg começou a receber várias ameaças dos adeptos do Zamalek, segundo o 'The Sun', que dá conta de que os rumores levantados pelo dirigente máximo do emblema egípcio são falsos. 

Por temer pela sua segurança, o ex-árbitro decidiu abandonar o país, sentido-se também "enganado" por ver a Liga egípcia alterar as nomeações de árbitros que o próprio fazia. Para além disso, o inglês, que assumiu o cargo em agosto último, já não recebia salário, na ordem dos 36,2 mil euros, há dois meses.
 
Mark Clattenburg deixou a Premier League em fevereiro de 2017 para passar a ser chefe de arbitragem na Arábia Saudita, tendo contado também com passagens por China e Grécia.
Por Record
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