Clube dinamarquês obrigado a vender águia para evitar falência

FC Roskilde recebeu 518 euros pela sua mascote

A viver um período financeiro complicado, o FC Roskilde teve de apertar o cinto para conseguir cumprir os requisitos para se inscrever na segunda divisão da Dinamarca e nem a mascote da equipa escapou ao controlo de custos operado pela direção presidida por Carsten Salomonsson. Segundo adiantou o próprio líder ao jornal SN, o clube foi forçado a vender a águia que servia de mascote, porque o valor que tinha de investir era incomportável com a situação atual.

"Já a vendemos. Foi uma das primeiras coisas que fizemos. Esteve aqui por cinco vezes e custou-nos 8500 coroas mensalmente (1,1 mil euros). Todos os meses tinha de enviar essa verba para North Jutland, para que ficar lá sentada a comer ouriços, para depois se magoar e não poder vir cá. Foi simplesmente a coisa mais estúpida", começou por dizer Salomonsson, que na mesma declaração confessou algumas dificuldades para vender o animal.

"Tentei vendê-la ao Jardim Zoológico de Copenhaga, mas eles têm muitas águias... Acabei por vendê-la por cinco mil coroas (518 euros), tudo isto quando teria de pagar 65 mil coroas (oito mil euros). Além disso, o valor que pagava mensalmente permite-me praticamente pagar a dois jogadores...", explicou.

O FC Roskilde, refira-se, atua no estádio Roskilde Idrætspark, que traduzido para português poderá ser traduzido como "ninho da águia". Uma águia que, agora, já não existe...

Por Fábio Lima
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