Da oferta de equipamento à doação de alimentos: como os jogadores contribuem no combate à pandemia

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A morte de um pai marca qualquer pessoa – ainda mais uma criança de apenas sete anos. Em algumas situações, a dor tão precoce acende a parte mais escura da personalidade, noutras realça o que de bom vai dentro. No caso de Sadio Mané, fê-lo construir um hospital, muitos anos mais tarde, na mesma terra onde cresceu a jogar na rua, com uma toranja a fazer de bola e botas rotas nos pés.

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