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Chama-se Antonino Restino e durante 18 meses - a começar em janeiro de 1988 - controlou Diego Maradona, seguindo todos os passos do argentino
Chama-se Antonino Restino e durante 18 meses - a começar em janeiro de 1988 - controlou Diego Maradona, seguindo todos os passos do argentino. Passados 20 anos conta tudo no livro "O espião de Deus". Em entrevista ao 'Il Mattino' revela alguns pormenores deliciosos de uma aventura que começou porque Corrado Ferlaino e Luciano Moggi, presidente e diretor desportivo do Nápoles, estavam preocupados com os "rumores cada vez mais feios e perturbadores" sobre a vida de El Pibe.
Maradona era muito assediado e as mulheres faziam de tudo para ter uma oportunidade com o craque. "Durante um período duas raparigas passeavam todos os dias junto à sua casa durante horas. Até que uma tarde Claudia Villafañe (mulher de Maradona) saiu à rua e as ameaçou".
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O jogador argentino tinha no "Hotel Paradiso' o seu local de eleição, "chegava à tarde e regressava a casa já de madrugada" e em Guillermo Coppola mais do que um empresário (mais tarde viria a acusá-lo de o ter roubado). O agente acompanhava-o para "todo o lado", era "uma espécie de companheiro de aventuras e um servidor".
Maradona treinava-se na garagem de casa com o preparador-físico pessoal, Fernando Signorini, o "único que tirava o melhor dele". O problema é que o Nápoles não sabia.
Restino fazia um relato da vida de Maradona aos dirigentes do Nápoles, sobretudo a Moggi, como o dia em que apanharam El Pibe a "jogar com crianças na rua e uma mulher lhe atirou uma garrafa de água" por não o ter reconhecido.
O espião relata que ponderou deixar o trabalho para que tinha sido contratado para ter um conversa séria com Maradona, "para o aconselhar a mandar à merda todo aquele exército de aproveitadores, de camelos e protistutas que o assediavam".
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