Gago e o dia em que arriscou acusar positivo num controlo anti-doping: «Foi uma loucura»

Ex-estrela do Real Madrid sofreu uma reação alérgica momentos antes da final da Libertadores, em 2018

• Foto: Reuters

Uma rixa entre adeptos do Boca Juniores e do River Plate, antes da final da Libertadores, em 2018 - que acabou por ser disputada em solo europeu (Santiago Bernabéu) -, colocou Fernando Gago, antigo jogador do Real Madrid que representava o Boca, numa situação complicada.

O ex-internacional argentino recordou, em entrevista à 'Fox', o momento em que foi atingido no interior do autocarro da equipa, no trajeto para o Estádio Monumental - estádio que inicialmente daria palco à final da prova -, por um químico lançado por adeptos rivais que provocou-lhe uma reação alérgica.

"Esse dia eu só pensava: 'Como podem obrigar-nos a jogar?'. Nesse dia eu sofri uma reação alérgica àquilo que me atiraram e inchei. Tiveram que fazer-me um tratamento com corticoides, algo que era completamente proibido, mas preferi viver a dar positivo no controlo anti-doping", recordou.

Para Gago, esse foi o momento "mais grave" que alguma vez já viveu no futebol. "Foi o mais grave, em termos de segurança, que já alguma vez tinha experienciado, sem dúvidas. Foi uma loucura, nunca pensas que algo assim poderá acontecer-te, são situações que devemos aprender enquanto sociedade", concluiu.

Por Sérgio Magalhães
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