Gianni Infantino: O triunfo de um suplente de luxo

De homem dos sorteios na UEFA a presidente inesperado da FIFA

Gianni Infantino tornou-se no segundo suíço a presidir à FIFA, a maior de todas as confederações desportivas mundiais. Mas há cinco meses ninguém apostaria um euro no seu nome, já que se esperava que o sucessor de Joseph Blatter fosse Michel Platini. Mas a antiga estrela francesa também caiu em desgraça e a UEFA teve de encontrar um outro candidato.

FIFA: Os números da eleição de Infantino

Apareceu assim o nome de Infantino, até ontem secretário-geral do organismo europeu, para onde entrara em 2000, depois de uma experiência na liga… espanhola. Em 2009 tornou-se secretário-geral da UEFA e confirmou-se como um gestor dinâmico e empreendedor, mas também um advogado do jogo limpo e da transparência na gestão dos muitos milhões que a Liga dos Campeões fazia entrar nos cofres da instituição (e das 53 federações e dos clubes participantes).

Advogado de 45 anos, casado e pai de quatro filhas, Infantino surge na linha da tradição dos suíços que servem uma série de organismos desportivos mundiais com sede no seu país. Não é um homem carismático, como foram Blatter ou Havelange, nem da familias reais, como os concorrentes Al Khalifa ou Ali Hussein, muito menos um multimiolário como Sexwale. Gianni Infantino é, acima de tudo, um suplente de luxo que ganhou a corrida onde nunca pensou alinhar.

Por José Carlos Freitas
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