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Guardiola, o sonho argentino

Presidente da Federação confessa vontade

• Foto: EPA

O percurso pouco entusiasmante da seleção das pampas no Mundial’2018 não ajudou os argentinos a esquecer uma qualificação titubeante e cheia de desilusões. Por isso, o técnico Sampaoli acabou dispensado e Claudio Tapia, presidente da Associação de Futebol Argentino (AFA) não faz a coisa por menos: deu o primeiro passo para contratar... Pep Guardiola, mas já assumiu tratar-se de um objetivo praticamente inalcançável.

"Muito difícil, as exigências financeiras são elevadas... Mas vamos averiguar. Sim, é verdade, já o contactámos mas é quase impossível. Temos de ter uma excelente oferta, [o que pede] é muito, é muito. Tínhamos de hipotecar tudo e mesmo assim, não sei... Consultámo-lo mas era muitíssimo difícil [de o convencer]. Há técnicos que ganham muito mais do que Sampaoli auferia na seleção. Mas nunca pensei que fosse tanto [salário de Guardiola é de 18 M€ anuais no Man. City] e fico-me por aqui", atirou o líder da AFA ao jornal argentino ‘Clarin’, que não se arrepende da aposta em Sampaoli: "Nada. Fomos buscar o técnico que vimos no Sevilha e no Chile. Quem é que o questionava então? Ninguém."

Tapia não descarta outros nomes sonantes para dirigir a Argentina como Simeone ou Pochettino. Mas não falou em Maradona, que mostra irritação por não ser considerado na sucessão a Sampaoli. "Irrita-me o facto de os jornalistas não me incluírem na lista de possíveis técnicos. Tenho o Dínamo Brest mas dou a vida pela seleção", disse El Pibe.

Por Hugo Neves
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