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Norueguesa perdeu eleição para o Comité Executivo da UEFA, ao qual era a única mulher entre os 11 candidatos.
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A norueguesa Lise Klaveness garantiu esta quarta-feira que continuará a trabalhar pela "mudança e modernização" do futebol, apesar de ter falhado a eleição para o Comité Executivo da UEFA, ao qual era a única mulher entre os 11 candidatos.
"Este não é o fim, este é o começo. Seguimos com a mesma força, rumo às próximas eleições. A vaga de mudança e modernização não pode ser interrompida. Não serei calada por uma cultura de medo", afirmou Klaveness, numa mensagem divulgada pela Federação de Futebol da Noruega, da qual é presidente.
Lise Klaveness, antiga futebolista internacional, afirmou que quer continuar a trabalhar "por mentes abertas" e mostrou-se disponível em continuar a apostar numa "ampla plataforma" que junte federações e adeptos.
"Continuaremos a trabalhar para contribuir para uma UEFA mais forte e uma FIFA melhor. Lutaremos pelo direito dos países de pequena e média dimensão" disse Lise Klaveness, acrescentando: "O futebol de base também estará no topo das nossas prioridades e, claro, continuarmos a trabalhar por mais igualdade e mais investimento no futebol feminino".
Lise Klaveness, que participou em Lisboa no 47.º Congresso da UEFA, admitiu que antes da eleição desta quarta-feira, "conversou com cerca de 50 presidentes de outras federações europeias" e sabia que a "eleição seria difícil".
"Senti uma grande responsabilidade por ser a primeira mulher a concorrer a este cargo", admitiu, reconhecendo que "a própria campanha contribuiu para uma mudança".
A norueguesa, de 41 anos, garantiu que voltará a candidatar-se a um cargo executivo na UEFA em 2025.
Em Lisboa, Lise Klaveness, que era a primeira e única mulher candidata a um lugar neste órgão sem ser por quota, recebeu 18 votos dos 55 membros presentes no 47.º Congresso do organismo, que reelegeu o presidente Aleksander Ceferin, por unanimidade e aclamação, para um terceiro mandato, até 2027.
O albanês Armand Duka, com 45 votos, foi o mais votado entre os 11 candidatos, à frente do dinamarquês Jesper Moller (42), do checo Petr Fousek, do georgiano Levan Kobiashvili e do espanhol Luis Rubiales (todos com 40), do francês Philippe Diallo (37) e do ucraniano Andrii Pavelko (31).
Duka, Rubiales e Pavelko foram reeleitos para o órgão executivo da UEFA, que vai contar ainda com o alemão Hans-Joachim Watzke, que era candidato único ao mandato de dois anos, e a galesa Laura McAllister, que foi eleita por unanimidade e aclamação para este órgão, ocupando a quota dedicada a representantes femininos
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