Mais adeptos, novas lojas e um terceiro anel: Como Di María mudou o Rosario Central
Antigo jogador do Benfica regressou a casa para dinamizar o emblema argentino
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Todos acompanhámos a saída de Di María do Benfica rumo ao seu Rosario Central, em julho de 2025. A emoção de voltar à pátria, a dor de abandonar o projeto encarnado que tanto admirava e a noção de que, aos 38 anos, o popular ‘Angelito’ estava a preparar-se para uma última dança na liga do seu país natal.
Agora que já passou um ano, é altura de fazer um balanço de tudo aquilo que o regresso do craque a casa motivou no emblemático clube argentino. E isso aconteceu, pela voz de Javier Solá, diretor desportivo do clube, aos microfones da ESPN.
"Poderia dizer que o regresso do Di María ao Rosario Central, como a figura global que é, ajudou-nos em muitos aspetos, porque hoje temos uma base de 112 mil sócios e 17 mil adeptos com bilhetes para a temporada inteira", destacou.
"Esse efeito também ajudou à criação de uma megaloja no estádio e, em breve, uma nova loja no centro da cidade. Ajudou nessa restruturação abrangente pela qual o clube está a passar em diferentes setores. Com o processo de chegada do Ángel di María e o aumento de sócios de 65 mil para mais de 110 mil, foi planeada a criação de um terceiro anel na bancada, localizada no setor Rio, com 58 camarotes", revelou o dirigente.
Dentro de campo, a chegada do 'Fideo' também ajuda ao sonho da conquista de um título continental inédito para o Rosario Central. Especialmente por se tratar de um ídolo que se vê como "apenas mais um" dentro do clube.
"Ángel Di María voltou ao clube com a humildade que o caracteriza. Ele é um ídolo para todos os argentinos, não apenas para o comum adepto do Central, porque ele conquistou coisas incríveis na sua carreira. E teve a generosidade de terminar na instituição que tanto ama. E, obviamente, nós, como instituição, somos muito gratos por ele ter voltado para terminar carreira e fazer parte da equipa, porque é assim que ele se comporta, como mais um no plantel", rematou Solá.