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Primeiro foi Leopoldo Luque, depois Agustina Cosachov
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Primeiro foi Leopoldo Luque, depois Agustina Cosachov. A psiquiatra que acompanhava Maradona está a ser investigada para se apurar as circunstâncias da morte de El Pibe.
Nas últimas horas foram feitas buscas em casa e no consultório de Agustina Cosachov tendo sido apreendidos dois telemóveis, a história clínica de Maradona, 12 receitas, um tablet e uma agenda.
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O médico Leopoldo Luque apresentou-se esta segunda-feira voluntariamente às autoridades judiciais para explicar as circunstâncias em que ocorreu a morte do ex-futebolista Diego Maradona, depois de a sua casa e o seu consultório terem sido alvo de buscas.
Luque, que esteve acompanhado pelo seu advogado, deu explicações aos responsáveis do Ministério Público que estão a investigar as circunstâncias da morte de Maradona, ocorrida na quarta-feira, depois da família ter admitido que queria esclarecer que tipo de tratamento o antigo futebolista recebeu desde a operação à cabeça até ao dia da morte.
Júlio Rivas, o advogado que acompanhou Luque, garantiu que o médico se colocou à disposição das autoridades, depois de no domingo se ter defendido de acusações de negligência na morte do 'astro', dizendo que o "amava", que está "à disposição da justiça" e que não tem "nada a esconder".
"Houve uma informação do Ministério Público a garantir que não havia qualquer acusação formal, mas a verdade é que foram feitas buscas à casa e ao consultório de Luque", afirmou o advogado, garantindo que o neurocirurgião "era amigo de Maradona".
"Os que estavam ao lado de Maradona sabem bem o que se passou e qual foi a intervenção de Luque. Operou-o e correu bem", disse o advogado, acrescentando: "Não houve internamento domiciliário, a decisão foi de Maradona, estava lúcido e podia decidir o que preferia".
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