O fado deu samba

Brasil sem imperador Pelé oscilou perante Seleção comandada por rei Eusébio e uma corte da qual já faziam parte infantes como Humberto, Toni ou Jordão

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A comitiva portuguesa na Taça Independência: guarda-redes: José Henrique (Benfica), Damas (Sporting) e Mourinho Félix (Belenenses); defesas – Artur, Humberto Coelho, Messias, Adolfo (Benfica), Laranjeira (Sporting) e Alfredo Murça (Belenenses); médios – Jaime Graça, Toni e Matine (Benfica) e Peres (Sporting); avançados – Eusébio, Artur Jorge, Nené e Jordão (Benfica), Chico Faria e Dinis (Sporting) e Abel (Porto). Selecionador – José Augusto
A comitiva portuguesa na Taça Independência: guarda-redes: José Henrique (Benfica), Damas (Sporting) e Mourinho Félix (Belenenses); defesas – Artur, Humberto Coelho, Messias, Adolfo (Benfica), Laranjeira (Sporting) e Alfredo Murça (Belenenses); médios – Jaime Graça, Toni e Matine (Benfica) e Peres (Sporting); avançados – Eusébio, Artur Jorge, Nené e Jordão (Benfica), Chico Faria e Dinis (Sporting) e Abel (Porto). Selecionador – José Augusto

Há duzentos anos, ouviu-se o ‘Grito do Ipiranga’ – Independência ou Morte – bradado por D. Pedro, o primeiro Imperador do Brasil (1822). E, há precisamente 50 anos, a 9 de julho, um Portugal de chuteiras (quase) deixava afónico o grito original que, por lá, se pretendia festejar.

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