«O que estão a fazer é 'tomem lá estas armas e desenrasquem-se sozinhos'»
Treinador português mostra-se favorável a uma intervenção mais 'musculada' da comunidade internacional contra a Rússia
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Paulo Fonseca preparava-se para regressar a Portugal de férias com a família no dia em que a Rússia invadiu a Ucrânia. Tinha voo marcado com partida às 10 horas da capital ucraniana. "Acordámos às cinco e tal com o barulho das bombas", refere o treinador do Lille. Ainda hoje, um ano depois, é incapaz de descrever o que ouviu e sentiu.