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Olga Carmona e a morte do pai: «Estávamos no controlo de passaportes quando a minha mãe me ligou...»

Lateral, que apontou o golo que deu o Mundial feminino à seleção espanhola, recorda "mistura de sentimentos"

• Foto: Reuters
Foi no mês de agosto que Olga Carmona, internacional pela seleção feminina espanhola, viveu um misto de emoções. A lateral de 23 anos, que representa o Real Madrid, conquistou o Mundial [n.d.r.: marcou à Inglaterra na final, na vitória por 1-0] e, horas depois, soube da morte do pai, que havia perdido a vida antes do encontro. Em entrevista à 'Marca', a jovem futebolista contou que ficou "em choque".

"Descobri quando já estávamos no aeroporto, a passar na zona de controlo dos passaportes. A minha mãe, que estava com o Jorge [Vilda, antigo selecionador] e com Rubiales [antigo presidente da RFEF], ligou-me e deu-me a notícia. Como podem imaginar, foi um momento muito desagradável. Estávamos todas a celebrar aquilo que tínhamos conseguido atingir e foi um choque para toda a gente. A viagem foi dura, tive muito tempo para pensar. Tentei desfrutar de um momento único e tentei estar com as minhas companheiras. Achei que me ia sentir melhor. Penso que se tivesse ficado em casa e se tivesse falhado os festejos ia dar mais voltas à cabeça, tentei ao máximo ter a cabeça ocupada e acompanhar a equipa nessa celebração. Foi uma mistura de sentimentos, não sei explicar em palavras. Tenho a certeza que ele [pai], lá de cima, me ajudou muito. O que passei naquele dia não foi normal e tenho a certeza que ele me deu um empurrão para que a bola entrasse", explicou.

Recorde-se que Olga Carmona foi uma das figuras da seleção espanhola no Mundial. Durante os festejos, dedicou um discurso emocionado ao pai.
Por Record
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