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Aos 51 anos, na sua quarta temporada no emblema do Pireu, Martins voltou a conquistar o título grego, o seu terceiro, num currículo em que também tem uma taça helénica, prova que já não pode voltar a ganhar esta época, uma vez que foi eliminado nas meias-finais pelo PAOK Salónica.
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Pedro Martins conquistou esta quarta-feira pela terceira vez seguida com o Olympiacos a liga grega e reforçou o estatuto de melhor treinador português no futebol helénico, numa longa lista que passou por esse país nos últimos 20 anos.
Aos 51 anos, na sua quarta temporada no emblema do Pireu, Martins voltou a conquistar o título grego, o seu terceiro, num currículo em que também tem uma taça helénica, prova que já não pode voltar a ganhar esta época, uma vez que foi eliminado nas meias-finais pelo PAOK Salónica.
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O antigo médio é o primeiro técnico português a chegar ao 'tri' na Grécia, depois de já se ter tornado no quinto a vencer o campeonato, sucedendo a Leonardo Jardim (2012/13), Vítor Pereira (2014/15), Marco Silva (2015/16) e Paulo Bento (2016/17), também todos no comando do Olympiacos. Tal como Martins, Leonardo Jardim e Vítor Pereira levantaram igualmente a Taça de Grécia, juntando-se a Fernando Santos, que foi o primeiro português a alcançar esse título, em 2001/02, com o AEK Atenas.
Antes de chegar à 'terra dos deuses', naquela que está a ser a sua primeira aventura no estrangeiro, Pedro Martins orientou clubes como União de Lamas, Lusitânia de Lourosa, Sporting de Espinho, Marítimo, Rio Ave e Vitória de Guimarães. Em termos de tempo a trabalhar no futebol grego, Martins é apenas batido por Fernando Santos, que passou sete anos consecutivos no país, primeiro no PAOK Salónica (2007 a 2010) e depois na seleção helénica (2011 a 2014). Antes, o atual selecionador português já tinha passado pelo AEK Atenas (2001/02 e 2004 a 2006) e pelo Panathinaikos (2002/03).
Além de Fernando Santos, o Panathinaikos conta no seu historial com a passagem de mais dois treinadores portugueses, primeiro com José Peseiro, em 2007/08, e depois com Jesualdo Ferreira, que esteve em Atenas entre 2010 e 2012.
Antes de conquistar o futebol sul-americano com duas Taças dos Libertadores no Palmeiras, Abel Ferreira também passou pela Grécia, pelo PAOK Salónica, em 2019/20, mas perdeu o título para o Olympiacos, terminando a época no segundo lugar, e a Taça também para a equipa de Pedro Martins, ao ser eliminado nas meias-finais.
Nessa temporada, a liga grega arrancou mesmo com três treinadores portugueses nas principais equipas candidatas ao título, mas Miguel Cardoso durou apenas quatro jogos no AEK Atenas e Luís Castro, que recentemente conquistou a UEFA Youth League com a equipa júnior do Benfica, tentou a sua sorte no Panetolikos, acabando por ser afastado após a sexta jornada.
Atualmente a tentar salvar o Moreirense da descida de divisão, Ricardo Sá Pinto fez parte da sua carreira de treinador na Grécia, com duas passagens pelo Atromitos (2014/15 e 2016/17), depois de já ter estado no OFI Creta (2013/14).
Na lista de treinadores portugueses na Grécia aparecem ainda Carlos Carvalhal (Asteras Tripolis em 2008/09), Leonel Pontes (Panetolikos em 2015/16) e Augusto Inácio (Ionikos em 2006/07). O primeiro treinador luso de sempre a trabalhar naquele país foi Severiano Correia, já falecido, nos anos 60 e 70, tendo passado pelo Aris (1967 a 1969), Proodeftiki (1969/70) e Apollon Kalamarias (1973/74).
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