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Médio francês diz que o português "é muito especial"
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Além dos rasgados elogios a Bruno Fernandes, Paul Pogba falou ainda da sua relação com José Mourinho no Manchester United no podcast 'Rio Ferdinand Presents', deixando claro que não teve qualquer problema com nenhum treinador, ainda que assuma que, se fosse agora, mudaria algo na forma como lidou com o atual técnico do Benfica.
"Sim... Eu nunca tive problemas com nenhum treinador. Respeito sempre, sempre. Eles dizem-me o que fazer, eles são os chefes. Essa é a verdade. Eles são os chefes, eles decidem se jogas ou não. E nós éramos muito, como eu disse, éramos muito 'fixes' no início. Muito fixes. Trocávamos mensagens e coisas do género. Ele é um homem muito engraçado, ele é um tipo engraçado. Ele é muito especial, para ser honesto. E, passado algum tempo, acho que as lesões criaram isso. E sabes, quando a comunicação social lhe faz sempre perguntas sobre isso, perguntas sobre mim, talvez o deixe um bocado tipo 'ok, ele já acabou?'. E este é também o problema comigo: muita gente adora perguntar sempre por mim, 'Pogba isto, Pogba aquilo', e isso provavelmente irritou-o", atirou.
Pogba lembrou ainda o impacto que teve o seu regresso ao clube após a passagem por Itália, com uma ideia clara: "Tudo era diferente. A energia era diferente. Quando cheguei pela primeira vez, sabíamos claramente a cultura do Manchester United. Era um pouco estranho, tudo era muito diferente. E disse-o: 'não sei se vou terminar o meu contrato aqui, porque não sinto que isto seja a mesma coisa. Não é o mesmo clube que era quando saí'."
De resto, na mesma entrevista, Pogba recordou ainda a polémica frase de Mourinho, quando disse que ser segundo na Premier League em 2017/18 era o máximo que podia ser feito nessa época. "Sim, acho que era o máximo que podíamos ter feito. Fico feliz por dizer que fiz parte da equipa que conquistou a última prova europeia do United [Liga Europa, 2016/17, com Mourinho]. Foi tudo uma confusão. Tive o Mourinho, o Ollie [Ole Gunnar Solskjær] e o Ralf [Rangnick]. Em seis anos, teres tantos treinadores num grande clube. E isso é um pouco estranho".
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