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Seleção ficou no último lugar do grupo com apenas dois pontos
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A Suécia carimbou o passaporte para o Mundial 2026, assinalando o retorno à maior prova de seleções, depois de ter falhado o último Campeonato do Mundo, em 2022. Viktor Gyökeres marcou o derradeiro golo e selou a vitória por 3-2 frente à Polónia, garantindo o apuramento da seleção orientada por Graham Potter. O britânico surge como um dos protagonistas da qualificação, tendo chegado ao comando técnico dos suecos em outubro, quando já tinha arrancado a fase de grupos do apuramento.
Para a Suécia, não começou mesmo da melhor maneira. Depois de um empate com a Eslovénia (2-2), uma derrota com a Suíça (0-2) e de perder duas vezes com Kosovo (0-2 e 0-1), os suecos despediram o selecionador, o dinamarquês Jon Dahl Tomasson. Foi então que Graham Potter entrou em cena, ele que, na mesma altura, estava a deixar o comando técnico do West Ham (onde daria depois lugar a Nuno Espírito Santo) e já estava familiarizado com os ares frios do país graças aos sete anos em que treinou o Ostersunds FK, da segunda divisão sueca.
Assim, em outubro de 2025, Potter foi anunciado como selecionador da Suécia, com contrato para apenas um mês, na esperança de salvar o caminho da qualificação. No entanto, a prestação não melhorou sob o comando do novo treinador: seguiu-se uma nova derrota com a Suíça (1-4) e um novo empate com a Eslovénia (1-1).
O regresso ao Mundial parecia condenado com o último lugar do grupo B e apenas dois pontos, mas a prestação na Liga das Nações levou a Suécia a beneficiar de um lugar nos playoffs, mantendo viva a esperança do apuramento.
A oportunidade não foi desperdiçada e, sob o comando de Potter, a seleção sueca conseguiu o que já parecia estar longe de se tornar realidade. Com a vitória por 3-1 frente à Ucrânia no dia 26 de março e outra por 3-2 frente à Polónia na terça-feira, garantiu um lugar no Mundial 2026.
“Senti-me que experienciei tudo fora do meu próprio corpo, para ser sincero. Vi o golo, vi todos a correrem do banco para o relvado e pensei: estou mesmo aqui?”, confessou Potter após a vitória dramática diante da Polónia. “É um daqueles momentos pelos quais vou estar sempre grato. Foi a melhor noite de sempre”, acrescentou.
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