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Viúva do internacional português relatou, na primeira pessoa, o que aconteceu na noite da tragédia
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O livro 'Diogo Jota – Nunca Mais é Muito Tempo', da autoria de José Manuel Delgado, promete dar a conhecer um retrato íntimo e marcante do internacional português. A obra reúne testemunhos inéditos de familiares e amigos de Diogo Jota, que morreu aos 28 anos, a 3 de julho do ano passado, num trágico acidente de viação que vitimou também o seu irmão, André.
Apesar de ainda não ter sido oficialmente lançado, o primeiro capítulo já foi divulgado e traz revelações particularmente emocionantes. Nele, Rute Cardoso partilha, pela primeira vez, o seu testemunho sobre a noite da tragédia e os momentos em que percebeu que algo não estava bem.
A mulher do jogador recorda as últimas tentativas de contacto e a crescente angústia ao perceber que as mensagens não eram entregues e as chamadas não eram atendidas, numa altura em que Diogo Jota e o irmão já deveriam ter chegado ao destino, em Benavente, Espanha.
"Comecei a aperceber-me de que podia ser verdade, embora quisesse acreditar que isso era impossível. Tenho marcados onze quilómetros no relógio, feitos naquela noite, só a andar no pátio, que é grande, da casa da minha irmã", cita a obra.
Numa tentativa de obter informações, fez várias diligências, ligando para hospitais, para o hotel onde os irmãos deveriam ter ficado hospedados e, por fim, recorreu a um tio que, através de contactos, conseguiu falar com as autoridades espanholas.
Foi através dessa chamada que surgiram os primeiros sinais de que algo grave tinha acontecido. "Ouvi o meu tio dizer: ‘Sim, são dois irmãos’. Era a certeza, forte e dura de que algo havia acontecido", relata. Momentos depois, a angústia intensificou-se. "De repente, o meu tio pediu-me que lhe passasse o Nuno, o meu cunhado. Ouvi o meu tio dizer-lhe: 'Os corpos estão a ser levados'. Acho que ele acrescentou 'para a morgue', mas a minha cabeça parou ali. 'Corpos?'"
A confirmação oficial chegaria pouco depois, através de telefonema de um agente da polícia espanhola: "Declaro o óbito de Diogo José Teixeira da Silva, nascido em 4 de dezembro de 1996".
Segundo o livro, Rute Cardoso permaneceu em negação durante largos momentos. "Rute demorou a deixar cair uma lágrima. Continuava em negação, acreditando verdadeiramente que aquilo não podia ser verdade."
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