Taça Libertadores: A louca odisseia do Atlético Tucumán

Clube argentino supera troca de avião, rali de autocarro e 'extravio' do equipamento

17H55. A comitiva do Atlético Tucumán já está sentadinha no avião da Mineral Airways, que a vai levar de Guayaquil a Quito, onde três horas mais tarde tem início o jogo com o El Nacional, referente à Taça Libertadores.

18h15. O comandante da aeronave comunica a existência de um problema de ordem burocrática. A documentação do ‘charter’ não está em ordem, o avião não tem autorização para realizar voos internos.

19h05. Mario Leito, líder do Tucumán, aluga um avião da Latam Airlines com capacidade apenas para 25 passageiros (19 jogadores, três treinadores e três dirigentes). Notifica a Conmebol – organizadora da prova – do sucedido.

20h01. O Tucumán parte para Quito. A aterragem na capital do Equador está prevista para as 21h15... a hora do início do jogo.

21h02. O avião que traz o plantel do Decano pousa em Quito. O percurso entre o aeroporto e o Estádio Olímpico Atahualpa deve demorar 50 minutos a percorrer.

21h15. Hora a que o jogo devia começar. O autocarro do Tucumán ‘voa’ na autoestrada! O observador da Conmebol informa que o jogo se realiza, mesmo que o regulamento diga que o tempo máximo de espera é de 45 minutos. Tito Manjarrez, líder do El Nacional, avisa que o clube não se desvia da lei e vai atuar sob protesto. Pretendia ganhar sem jogar, claro!

22h09. Chega ao anfiteatro o Tucumán. É aplaudido pelos adeptos e desbloqueia o problema... do equipamento.

22h17. Tem início o período de aquecimento do Decano, que dura apenas 7 minutos.

22H43. Arranque da partida que o Tucumán venceria (1-0) com um golo de Zampedri (64’).

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