Toni abandona Al-Ahli carregado de elogios

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Primeiro treinador a ser despedido do Al-Ahli de há dez anos para cá, o mais bem pago de sempre no Egipto (32 mil euros por mês) e com um balanço negativo em três meses de trabalho, Toni abandona, ainda assim, aquele país africano com uma boa imagem e um título no bolso: a Supertaça egípcia, conquistada frente a Nelo Vingada (Zamalek).

Esta tendência verifica-se após intensa consulta nos sites de internet e nos jornais egípcios. Para a massa associativa, "Toni deixou um bom trabalho, apesar dos resultados não serem convicentes, e é pena que se vá embora antes do 'derby' com o Zamalek (no dia 22): esse, sim, devia ser o jogo do tudo ou nada", refere um adepto.

Enquanto outro dá destaque à limpeza de balneário efectuada há um mês. "Havia jogadores que se consideravam 'prima-donas' e não jogavam o bastante. Toni chegou e fez alguns justos reajustes. Houve uns jogadores que começaram a trabalhar mais, outros mantiveram a postura e saíram."

Mais elogios

De malas aviadas para Portugal, juntamente com o adjunto Carlos Azenha, o conceituado Toni também recebeu elogios do próprio director desportivo da equipa, Capitan Sabeth. "No futebol, a sorte é relativa. Uma boa equipa está, por vezes, desmotivada e nem com um bom treinador consegue dar a volta. Foi isso o que sucedeu com Toni. Ele é bom e desejo-lhe toda a sorte do Mundo para o futuro." O tempo dirá como vai ser.

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