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Em entrevista a Record, o treinador português, de 60 anos, explica mudança na carreira
Arábia Saudita, Coreia do Sul, Ucrânia, Grécia, Turquia, Tunísia, Bahrain, Irão, entre outros países. O currículo de José Morais é extenso e diversificado, sem esquecer as etapas como elemento na equipa técnica de José Mourinho no Inter, Real Madrid e Chelsea. A propósito da conversa sobre o duelo do Benfica e o Real Madrid na Liga dos Campeões, Record aproveitou para fazer um ponto de situação com o treinador português, de 60 anos, sobre a etapa atual nos Emirados Árabes Unidos e numa época com uma mudança estranha - mas certeira - de clube. E, claro, com o futebol português sempre no horizonte - o Santa Clara, em 2004/05 e na 2.ª Liga, foi o último projeto.
RECORD - Em dezembro do ano passado saiu do Al Wahda numa altura em que estava no 2.º lugar, a dois pontos do primeiro, e sem derrotas. Mudou-se para o Al Sharjah, equipa do mesmo campeonato que estava no 11º lugar, a dois dos lugares de despromoção. Visto de fora parece não fazer muito sentido; o que viu o José Morais?
JOSÉ MORAIS - Há momentos em que temos de tomar decisões, decisões que têm a ver com projetos de carreira e, no fundo, com objetivos pessoais. E foi um bocado isso que aconteceu. Eu tinha uma cláusula, uma 'buy-out clause', no fundo, e houve um clube cujo projeto era interessante e aliciante. Acabei por sair do clube no momento que achei mais indicado. São situações que podem acontecer na carreira de um treinador pelo lado positivo e pelo lado menos positivo. Neste caso, era um momento positivo para o clube e para mim. Aquilo que tínhamos criado e começámos a criar tinha uma base de sustentação forte, mas em termos de projeto de carreira no futuro apareceu de facto algo que me pareceu mais estável. E foi isso que me fez tomar a decisão face aos dados que tinha em mão no momento.
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