A análise da Bayer Leverkusen: do pódio à crise profunda
Rui Malheiro explica o que esperar do adversário do FC Porto na Champions
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Responsável por guiar o Bayer Leverkusen, em 2021/22, ao 3.º lugar na Bundesliga e aos oitavos da Champions, Gerardo Seoane viu desfazer-se celeremente o estado de graça. Um paupérrimo arranque de exercício, patente na queda para o penúltimo lugar do campeonato, com 5 derrotas (e apenas 1 triunfo) em 8 jogos, e na eliminação precoce da Taça ante o Elversberg, colocou o seu lugar em risco, e nem a vitória em contraciclo ante o Atlético Madrid, na segunda jornada do grupo B, permitir-lhe-á superar desaires nos embates ante o FC Porto. Por isso mesmo, apesar de ser fiel a uma estrutura em 4x2x3x1, Seoane, que já recorreu ao 3x5x2, sem afiançar uma maior solidez no abalável sector recuado, deverá apresentar os schwarzroten em 4x3x3 no Dragão, partindo de um 4x1x4x1 em momento defensivo. O fito será o de robustecer a zona intermediária, tal como testou ante o Bayern, quando perdia por 0x3.