Menos de dois anos depois de ter sido nomeado CEO do Bayern – substituiu Karl-Heinz Rummenigge em 2021 –, a posição de Oliver Kahn ao comando dos destinos do colosso bávaro está mais fragilizada do que nunca. A eliminação da Champions juntou-se aos maus resultados na Bundesliga e às polémicas com Julian Nagelsmann (substituído por Thomas Tuchel) e Sadio Mané numa época totalmente atípica. Por isso, o antigo guardião alemão, de 53 anos, foi mesmo alvo de contestação dos adeptos no jogo com o City. E de acordo com Jan Age Fjortoft, ex-internacional norueguês, a saída de Kahn é uma "questão de tempo", pois não contaria sequer com o apoio da própria estrutura do clube.