Rafinha mascarou-se de terrorista árabe e... meteu-se numa grande alhada
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Aproveitando a época festiva, com o chamado Halloween, uma data de influência norte-americana que é celebrada a nível mundial, o brasileiro Rafinha decidiu juntar-se à festa e, tal como os seus colegas de equipa do Bayern Munique, decidiu mascarar-se. Até aqui nada de mais. O problema foi mesmo a indumentária escolhida pelo brasileiro, que surgiu na festa vestido como um Sheik árabe, tendo na mão duas caixas com a inscrição "Cuidado", um disfarce que foi entendido por muitos como uma alusão ao terrorismo de origem árabe e também como racismo.
A situação levou a muitas críticas nas redes sociais por parte de adeptos do Bayern e de outras equipas, levando o brasileiro de 33 anos a publicar mesmo um pedido de desculpas. "O Halloween é uma assustadora celebração com alguns disfarces exagerados. Não foi minha intenção irritar as pessoas com o meu disfarce ou magoar quem quer que fosse", escreveu o médio, através da rede social Twitter.