Vítor Pereira: «Desejo o melhor para o Renato Sanches»

Propõe-se acordar o Munique 1860 e está a torcer pelo êxito de um ‘vizinho’ especial

• Foto: Rui Minderico

Vítor Pereira anda à procura do sucesso no TSV Munique 1860, mas não se importa de partilhar tal fortuna com um ‘vizinho’ especial, Renato Sanches, o menino prodígio do Bayern. "Ainda não me cruzei com ele na cidade, mas não será difícil que isso suceda, pois estamos muito perto uns dos outros. É natural que nos cruzemos em breve. Se lhe direi alguma coisa? [risos] Vou desejar-lhe tudo do melhor. Quero isso para todos os portugueses que trabalham fora do país pois é assim que abrimos as portas uns aos outros", refere o técnico, de 48 anos, cuja equipa está a estagiar em Troia.

A classificação do TSV Munique 1860 não é famosa. Ocupa o 14º lugar na segunda divisão, apenas a 3 pontos da zona de descida. Contratado em dezembro, Vítor Pereira não se assusta com a empreitada! "Tinha algumas opções profissionais, mas vim para aqui por considerar que era uma chance de chegar a uma das provas mais aliciantes a nível tático. Queremos criar as bases para sermos mais fortes na próxima época. Pediram-me que melhorasse a qualidade de jogo, que melhorasse os resultados e que construísse uma equipa que permitisse lutar pela subida ao primeiro escalão", assinala Vítor Pereira.

Histórico adormecido

O gigantismo do Bayern não incomoda o treinador português. "Também temos bastantes adeptos e muitos já me reconhecem. Têm-me dito que, andando bem, o TSV Munique 1860 mete 50 mil pessoas nos jogos. É preciso acordar o clube, começar a ter resultados! É um emblema antigo, histórico", diz Vítor Pereira, que tão cedo não contará com o contributo de Victor Andrade, cedido pelo Benfica, o qual recupera de uma rotura dos ligamentos cruzados.

Por Nuno Pombo
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