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Corinthians contratou lateral que era guarda-redes, adeptos não gostaram e contratação foi... abortada

Há situações que, por muito que procuremos, parece que apenas acontecem no futebol sul-americano. Esta chega-nos do Brasil e diz bem do impacto que as redes sociais e a reação dos adeptos podem ter nas decisões dos clubes. Até mesmo naqueles que são, em teoria, os mais importantes do país. Como o caso do Corinthians, que decidiu voltar atrás na contratação de Reginaldo Borim, um jovem jogador de 17 anos, por conta da repercussão que a história do jogador em causa teve. E nem é nada assim tão grave quanto isso. Pelo menos não se tratava de nenhum escândalo.

O problema foi uma reportagem divulgada uma hora depois do anúncio pelo Globoesporte, que dava conta da história do jogador, que até ao ano passado atuava como guarda-redes e apenas na presente temporada se mudou para a sua posição atual, a de lateral esquerdo. A outra parte da história, que também terá caído mal na falange de adeptos, prendia-se com o facto do (agora) lateral apenas ter disputado 33 minutos oficiais esta temporada ao serviço do XV de Jaú.

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"Hoje fiz um apanhado de tudo o que aconteceu com esse rapaz, chamei todos aqui, a projeção dele é boa para um lateral-esquerdo, posição difícil hoje em dia, mas diante do que pode sair vou mandar embora. Não foi finalizado ainda, não está no BID [sistema de registo de novos jogadores], o presidente não assinou, eu não assinei. Não vou ficar com esse garoto", explicou ao mesmo portal Claudinei Alves, diretor da base do Corinthians.

Por Record
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