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Ednaldo Rodrigues e a violência em Copacabana: «Final da Libertadores pode não ter público»

Ednaldo Rodrigues e a violência em Copacabana: «Final da Libertadores pode não ter público»

É já amanhã que Boca Juniors e Fluminense vão discutir a final da Libertadores, em pleno Estádio Maracanã. No entanto, existe a possibilidade da decisão da mais importante competição de clubes da América do Sul não venha a ter público nas bancadas, por culpa da gigantesca cena de pancadaria entre adeptos dos dois clubes na praia de Copacabana, no Rio de Janeiro, onde está situada precisamente a ‘fan zone’ da Conmebol. De modo a evitar que a escalada de violência aumente até à hora do jogo, foi convocada uma reunião de emergência entre dirigentes dos dois emblemas, da Confederação Brasileira de Futebol (CBF) e da Associação do Futebol Argentino (AFA).

No final do encontro, Ednaldo Rodrigues, líder da CBF, comunicou que a final vai ter público... mas só se os adeptos ajudarem. "Foi uma reunião para promover a paz. O futebol é alegria. Aqueles que estão sem esse propósito é melhor não irem ao jogo. Assistam pela televisão. Vamos com espíritos desarmados de qualquer tipo de violência e que os adeptos dos dois clubes possam conviver. A presença de público vai depender dos próprios adeptos. A partir de agora, os adeptos têm que se unir em torno da paz porque a segurança está acima de tudo. Se por acaso não houver essa paz, é lógico que pode haver a possibilidade de se jogar sem público", disse o dirigente.

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A Conmebol está a acompanhar a situação bem de perto e quer naturalmente evitar tomar medidas mais drásticas, até para não ‘beliscar’ a imagem daquele que é o jogo mais importante daquele continente a nível de clubes. A partida será transmitida para mais de 150 países e contará, no estádio, com a presença de Gianni Infantino, Líder da FIFA, e Aleksander Ceferin, presidente da UEFA.

Por Record
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