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O dia seguinte aos jogos de futebol é normalmente dedicado à recuperação muscular dos jogadores. Contudo, numa altura em que a tecnologia está cada vez mais ao serviço do desporto, há quem busque inovar nos mais diversos setores. Foi precisamente aquilo que fez o treinador português Abel Ferreira no Palmeiras.
O Núcleo de Saúde e Performance foi desafiado pelo técnico a apostar mais forte na área de neurociência e acabou por desenvolver uma espécie de 'massagem cerebral' que, de acordo com os especialistas, ajuda muito os futebolistas profissionais.
Os jogadores do Verdão usam um capacete com elétrodos, com correntes de baixa intensidade, e estimulam assim a zona do córtex pré-frontal do cérebro, algo que beneficia a recuperação física.
O próximo passo deste vanguardista departamento é conseguir adaptar esta tecnologia aquilo que se passa em campo. Ou seja, aproveitar o mapeamento cerebral dos jogadores para potenciar os estímulos recebidos em campo e melhorar a prestação de cada elemento.
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