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Weverton, guarda-redes do Grémio, revelou aos microfones da ESPN que o companheiro Kannemann, central argentino de 35 anos, completou um ritual assustador antes do duelo com o eterno rival Internacional, em encontro da Taça do Brasil, que a turma gremista, orientada pelo português Luís Castro, venceu por 3-1.
“Ele é assuatador. Convivo com o Kannemann e é impressionante como ele vive esse clube. Ele é um pedaço da história viva do Grémio. Para mim, com mais de 20 anos de futebol, é assustador o ritual dele para entrar em campo”, iniciou.
“Ele começa a destruir o balneário. Fui à casa de banho e o Kannemann estava a atirar água para a cara, a dar socos no próprio rosto, a chutar a porta e a gritar insultos. Então perguntei – ‘O que é isso? Vamos jogar futebol ou vamos para a guerra?’ Ele é um tipo raiz, aquela personagem que o futebol tem perdido aos poucos. É um privilégio grande alinhar ao lado dele e ir para a guerra junto com ele”, rematou.
Por João Seixas