António Oliveira: «Se quiserem renovar por dez anos… eu renovo»

Garante que está para ficar no At. Paranaense, clube sensação do Brasileirão

• Foto: Reuters

António Oliveira aterrou em terras brasileiras como um autêntico desconhecido, mas, por esta altura, não há quem não fale no seu nome. Os adeptos e a própria imprensa daquele país estão rendidos ao trabalho que o jovem técnico português tem realizado no Athletico Paranaense, clube que ocupa o segundo lugar do Brasileirão, com três vitórias em outros tantos jogos. Está a um mero ponto do líder Fortaleza, que tem, no entanto, mais um jogo disputado. A turma rubro-negra ainda não sofreu qualquer golo e é mesmo a defesa menos batida. Razões não faltam para ser visto como o treinador da moda, mas António Oliveira ‘livra-se’ dos louros.

“O grupo que eu represento é composto por autênticos guerreiros. Encaramos cada jogo como uma batalha, uma final. Eu sou um mero cidadão que lidera o processo”, afirmou o português, de 38 anos, no programa ‘Linha de Golo’, sublinhando que nunca esquecerá a oportunidade que o clube lhe deu. “Se quiserem renovar por dez anos… eu renovo. Abriram-me as portas do mundo e não posso colocar isso atrás das costas. Até podem dizer que sou um papagaio e perguntarem-me ‘então e se te ofereceram dez milhões? Vais ficar aí a ganhar um?’. Fico aqui a ganhar um”, vincou, lembrando que chegou ao ‘furacão’ em outubro passado sem “agente e imprensa”.

Célebre ficaram as lágrimas de António Oliveira quando, num programa, foi surpreendido com uma mensagem do seu pai Toni, alguém que lhe ensinou coisas que “não vêm nos livros”: “A velha guarda é determinante para os treinadores jovens”.

Por Daniel Lopes Monteiro
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