Cruzeiro empata na estreia de Paulo Bento

Jogo com o Figueirense na 2.ª jornada do Brasileirão (2-2)

• Foto: DR

Não foi a estreia que Paulo Bento queria, mas devido às circunstâncias do jogo, o resultado final acabou por ser bom: o treinador português empatou (2-2) com o Figueirense, depois de ter estado a perder por 2-0 frente à equipa dirigida por Vinicius Eutrópio, antigo treinador do Estoril, na segunda jornada do Brasileirão.

O avançado Rafael Moura, conhecido como He-Man, deu um grande susto ao treinador português dentro do Mineirão, já que marcou os dois golos. O Cruzeiro diminuiu com Élber, e aí o ex-selecionador nacional mostrou um pouco da sua estrela na modificação que fez: saiu Pisano, entrando Douglas Coutinho. O avançado marcou o golo de empate cinco minutos depois de ter entrado em campo.

A próxima oportunidade para Paulo Bento conseguir a sua primeira vitória no comando do Cruzeiro será na quarta-feira, no terreno do Santa Cruz que está a atravessar um excelente momento de forma e tem no avançado Grafite um jogador que está a viver um período especial como goleador: tem quatro golos em dois jogos no Brasileirão.

Apesar do empate, Paulo Bento conseguiu ver pontos positivos na sua estreia no comando da equipa do Cruzeiro. "Conseguimos fazer várias coisas que treinámos, outras não saíram tão bem como gostaríamos. Os primeiros 30 minutos de jogo foram bons e é de enaltecer também a capacidade da reação da equipa quando estava a perder por 2-0 em casa. É de enaltecer e realçar. Na segunda parte não controlámos a partida como fizemos na primeira parte. Vamos tentar aprimorar isso nos treinos".

Paulo Bento salientou ainda que, em pouco tempo, não era possível mudar radicalmente a equipa. "Sabemos que temos muito trabalho pela frente. Não é com uma semana, cinco treinos, que vamos conseguir uma equipa extraordinária".

A forma como o empate foi construído no Mineirão também foi ressaltada por Paulo Bento. Para ele, o facto de o Cruzeiro ter muitos jogadores jovens no grupo pesou na parte psicológica. "Os golos têm sempre um efeito psicológico nas equipas. Quem marca, positivo. Quem sofre, normalmente, é algo negativo. Poderíamos ter evitado o golo que sofremos na primeira parte. Creio que poderíamos ter controlado melhor a situação de transição ofensiva do adversário. É necessário tempo e paciência, mas eles podem ganhar consistência pela qualidade que têm e tem espaço para poder melhorar", finalizou.

Por António Carlos. Rio de Janeiro. Brasil
Deixe o seu comentário

Últimas Notícias

Notícias
Subscreva a newsletter

e receba as noticias em primeira mão

ver exemplo

Ultimas de Brasil

Notícias

Notícias Mais Vistas

Copyright © 2020. Todos os direitos reservados. É expressamente proibida a reprodução na totalidade ou em parte, em qualquer tipo de suporte, sem prévia permissão por escrito da Cofina Media S.A. Consulte a Política de Privacidade Cofina.