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Família Brittes indiciada por homicídio qualificado do jogador do São Paulo

Responsável pela investigação acusa suspeitos também de coação de testemunhas

Edison Brittes Jr e a mulher, Cris
Edison Brittes Jr e a mulher, Cris
Edison Brittes Jr e a mulher, Cris
Edison Brittes Júnior, empresário brasileiro que confessou ter assassinado o jogador do São Paulo Daniel Côrrea, a mulher, Cristiana Brittes, e a filha do casal, Allana Brittes, vão ser indiciados por homicídio qualificado e coação de testemunhas, confirmou o delegado da Polícia de São José dos Pinhais, Amadeu Trevisan, responsável pela investigação do crime.

Daniel Corrêa, de 24 anos, apareceu morto com sinais de tortura, golpes no pescoço e sem os genitais, depois de ter estado na festa de aniversário de Allana Brittes. Dias mais tarde, Edison Brittes confessou o crime justificando-o com o facto de Daniel ter tentado violar a sua mulher, Cristiana.

"Foram quatro pessoas que dominaram a vítima, ela estava completamente indefesa e embriagada (com 13,4 decigramas de álcool por litro no sangue, segundo a perícia). Pode ser considerado homicídio qualificado. Eles também inventaram uma história e depois mudaram a versão. Houve coação de testemunhas em um shopping. Tentaram fraudar o processo investigativo com coação de testemunhas", afirmou o delegado Amadeu Trevisan.

O responsável pela investigação confirmou ainda o nome dos outros três suspeitos de envolvimento no caso, que também deverão ser indiciados por homicídio qualificado: David Vollero e Igor King, amigos de Allana, ambos de 18 anos, e Eduardo Henrique Ribeiro da Silva, de 19, primo de Cristiana. Estes três suspeitos também estão detidos. 

Amadeu Trevisan também já havia informado que "Daniel estava bastante embriagado", não reagindo por isso às agressões de que foi alvo. 
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