Maracanã não devia ter sido reaberto para o Flamengo-San Lorenzo

Especialista entrevistado pelo jornal 'O Globo' insiste na falta de condições de segurança para os adeptos

• Foto: Reuters

A polémica em torno do Estádio do Maracanã no Rio de Janeiro está para durar. O recinto que acolheu a final do Campeonato do Mundo de 2014, disputado no Brasil, foi reaberto na passada semana para acolher a estreia do Flamengo na Taça dos Libertadores, diante do San Lorenzo, e sabe-se agora que autorização dada pela Defesa Civil do estado do Rio de Janeiro não deveria ter sido concedida.

Quem o garante é Jorge Mattos, um responsável de topo do Conselho Regional de Engenharia e Agronomia do Rio de Janeiro, que, em entrevista a 'O Globo', garante que o estádio não tem condições para ser utilizado, existindo mesmo riscos de segurança para os adeptos que se deslocaram ao local, para presenciar a partida.

"Apesar de ter sido reformado em 2013, por mais de 400 milhões de euros, o estádio tem peças soltas na cobertura, com alto risco de queda. As fotos mostram que as escadas de emergência, que deveriam estar fixas no chão e na parede, estão soltas, podendo causar riscos para os adeptos", escreve o jornal brasileiro, com base na análise feita pelo especialista e recurso a documentos da SBP, a empresa alemã responsável pelas obras.

"Segundo o relatório da SBP, a existência de peças soltas, com 'risco de queda e urgência no repação', já havia sido constatada em outubro do ano passado, quando o Maracanã foi reaberto para o jogo Flamengo-Corinthians, do Campeonato Brasileiro", escreve ainda 'O Globo'.

Por António Carlos. Rio de Janeiro. Brasil
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