Mulher que acusa Neymar de violação agora revolta-se contra ex-marido: «Tem ficha na polícia»

Estivens Alves deu uma entrevista em que garantiu que "não houve violação"

• Foto: DR Record

Najila Trindade, a mulher que diz ter sido violada por Neymar num hotel em Paris a 15 de maio deste ano, deu uma entrevista ao site UOL onde se mostra muito revoltada com o ex-marido. Estivens Alves disse à revista 'ISTO É' que viu o vídeo desaparecido (que Najila filmou à revelia de Neymar, um dia depois das alegadas agressões) e garante que, pelas conversas que manteve com a modelo, "não houve violação".

A modelo, que continua a dizer que está psicologicamente muito abalada, ficou revoltada com as palavras de Estivens, com quem tem um filho, de 7 anos. "Não vejo nada na internet. Desde que tudo isso começou fiquei 'fora do ar', literalmente. Mas várias pessoas enviaram-me o link da notícia com o título 'não houve violação' e acabei por ler", contou.

"Primeiro, o Estivens não pode afirmar nada com total convicção por que ele não estava lá, portanto nada viu, nada sabe e nada prova. Deve ser levado em consideração que ele é meu 'ex' e não sabe da minha vida, nem sequer sabia que eu ia viajar, o que demonstra que ele não tem conhecimento de nada. Então, como pode ser considerado uma testemunha-chave?", questiona.

Najila confirma, todavia, que falou pelo telefone com o 'ex' no dia a seguir à alegada violação. "Falamos ao telefone porque eu liguei para falar com meu filho e acabei por contar, meio envergonhada, a aflição por que estava a passar. Ele não demonstrou compaixão e tão pouco interesse em saber. Por perceber a frieza da parte dele, resolvi então acabar o assunto", relata. "Vejo que hoje ele está a interessar-se mais pelo assunto do que naquele dia. Por que motivo? Por que não disse antes que tinha visto a outra parte do vídeo? Não é muito estranho?"

E descredibiliza o ex-marido. "Como acreditar no Estivens, que é uma pessoa que tem ficha na polícia por agressões a mulheres em dois relacionamentos? Ele pode ter mais credibilidade e voz do que a vítima agredida e violentada sexualmente? Ele não é meu porta-voz. Agradando ou não quem não acredita em mim, lutarei em defesa das mulheres e não contra elas. O senhor Estivens tem parte da culpa da minha ira contra os homens que maltratam mulheres e ele sabe muito bem porquê."

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