Paulo Vítor 'explode' contra presidente e leva troco: «É doido varrido. Se não houver respeito, corto o pescoço na hora»
Adson Batista, líder do clube brasileiro, não poupou o guarda-redes que já passou por Portugal
Paulo Vítor, guarda-redes que já passou por Portugal, ficou de cabeça perdida no final do triunfo (1-0) do seu Atlético Goianiense frente ao Goiás. No momento em que regressava aos balneários, o guardião de 37 anos apontou o dedo para o camarote do presidente do clube e 'explodiu'. "É para você, falastrão [uma pessoa que fala muito]! Eu joguei 11 anos na Europa. Falastrão! É para você. Eu sou homem para c...", disse o guardião, que já passou por Varzim, Rio Ave e Chaves, levando depois o 'troco' do presidente
"O Paulo Vítor é um doido varrido. Eu não percebi muito bem, ele é um jogador muito intenso. Mas eu exijo muito. Quem trabalha comigo sabe que um clássico é diferente e exige esse espírito. Se os gritos foram para mim, eu ainda vou apurar. Ontem ele sentou-se na minha sala e conversámos cara a cara com toda a linha da defesa. Eu respeito os atletas, mas exijo respeito também. Eles têm que me respeitar. Se não houver respeito, corto o pescoço na hora certa. Mas não há desgaste nenhum", disse Adson Batista, presidente do Atlético Goianiense, 5.º classificado da Série B do Brasileirão, em declarações reproduzidas pelo Globoesporte.