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Clube emitiu comunicado e mostrou imagens das câmaras de videovigilância
O centro de treinos do Palmeiras foi alvo de um ataque na madrugada deste domingo, horas antes da receção ao Ceará, tendo sido arremessadas tochas, fogo de artíficio e petardos para o interior do recinto, onde estava já concentrada a equipa de Abel Ferreira e restantes colaboradores do clube.
Através de um comunicado nas redes sociais, o Verdão diz que não se "intimidará" com atos violentos e reforçou que já está em contacto com as autoridades, mostrando também abertura para fornecer aos investigadores todas as imagens gravadas pelas câmaras de vigilância, sendo que fez mesmo questão de partilhar algumas das quais no mesmo comunicado.
A formação orientada por Abel Ferreira atravessa uma série negativa de resultados (registou duas derrotas e um empate nos últimos 3 jogos) e o treinador português está a ser cada vez mais contestado. Alías, os protestos contra Abel e Leila Pereira, presidente do Palmeiras, têm subido de tom quando a equipa joga em casa. Há mesmo faixas penduradas em frente a um dos portões do Allianz Parque com as seguintes frases: "Cabeça vazia, fralda cheia, equipa cag...", uma frase que ridiculariza a obra literária de Abel Ferreira, mas também se pode ler "fora Abel" e "presidente inexistente, direção incompetente" noutras duas.
A equipa foi recentemente eliminada nos 'oitavos' da Taça do Brasil, frente ao rival Corinthians, mas o cenário no Brasileirão nem é assim tão sombrio como à partida pode parecer. É verdade que o Palmeiras ocupa a terceira posição, com 33 pontos, a sete do Flamengo, mas tem menos dois jogos. Caso saia vencedor dos dois encontros, o conjunto paulista fica a apenas um ponto da liderança.
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