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No dia em que o Atlético Madrid recebe o Chelsea, Saúl Ñíguez, craque dos espanhóis, revelou numa entrevista ao jornal inglês Guardian que esteve à beira de retirar um rim, mas foi convencido a não fazê-lo depois de uma conversa com Germán Burgos, adjunto de Diego Simeone.
"Disseram-me que tinha o rim destruído. Foi horrível. Estava deitado numa maca e vi o meu pai chorar. Disse-lhe 'Não te preocupes, sou um touro, eu aguento'. Foram tempos difíceis. O catéter deixava-o funcionar, mas fazia doer e urinava sangue. O problema foi quando o retirámos e o rim não funcionava corretamente. Propuseram-me jogar um mês e parar outro. Não quis. Voltei a colocar o catéter, queria jogar", afirmou o médio, que começou a ter problemas renais depois de um choque sofrido num jogo da Liga dos Campeões diante do Bayer Leverkusen.
Por isso, Saúl disse aos médicos para lhe retirarem o rim. "Tenho o outro", disse. "Estava cansado de tudo. Ficava um mês de fora, mas depois voltava sem problemas. O médico aconselhou-me a experimentar outras coisas, eu não queria", recordou.
Foi nessa altura que teve uma conversa com Germán 'Mono' Burgos. "Tens 22 anos! O que estás a dizer? Usa a cabeça. Saúl, pensa na tua vida, no teu futuro. O que acontece se tens um problema no outro?", questionou o antigo guarda-redes argentio. Saúl ficou convencido e voltou a colocar o catéter.
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