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Jogadores do Valencia ajoelham-se contra o racismo

• Foto: Valencia

O Valencia, dos portugueses Thierry Correia e Gonçalo Guedes, associou-se esta terça-feira à condenação do racismo e apoio ao movimento 'Black Lives Mater", com a equipa de futebol a ajoelhar-se antes do treino.

Os jogadores do plantel 'che' pousaram um joelho no solo, replicando o gesto repetido por Colin Kaepernick, jogador de futebol americano (NFL), em 2016, e formaram um V, para recordar os valores do clube.

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"Tolerância, educação, solidariedade, valores inegociáveis na luta contra o flagelo que representa o racismo", escreveu o clube, acrescentando que é uma mensagem de consciencialização contra qualquer discriminação.

Do mundo do desporto têm sido várias as manifestações de combate ao racismo, após a morte do afro-americano George Floyd, com alertas de vários atletas, e o gesto de hoje do Valência segue-se a atitudes semelhantes do Liverpool, Chelsea, Bayern Munique, entre outras equipas.

George Floyd, um afro-americano de 46 anos, morreu em 25 de maio, em Minneapolis (Minnesota), depois de um polícia branco lhe ter pressionado o pescoço com um joelho durante cerca de oito minutos numa operação de detenção, apesar de Floyd dizer que não conseguia respirar.

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Desde a divulgação das imagens nas redes sociais, têm-se sucedido os protestos contra a violência policial e o racismo em dezenas de cidades norte-americanas, algumas das quais foram palco de atos de pilhagem.

Os quatro polícias envolvidos foram despedidos, e o agente Derek Chauvin, que colocou o joelho no pescoço de Floyd, foi acusado de homicídio em segundo grau, arriscando uma pena máxima de 40 anos de prisão.

Os restantes vão responder por auxílio e cumplicidade de homicídio em segundo grau e por homicídio involuntário.

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A morte de Floyd ocorreu durante a sua detenção por suspeita de ter usado uma nota falsa de 20 dólares (18 euros) numa loja.

Por Lusa
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