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Toda a cidade de Valência quis ver a taça

• Foto: EPA

O Valencia não ganhava um único título desde 2007/08 e, por isso mesmo, não é surpreendente que os adeptos tenham ocorrido em massa para festejar a vitória sobre o Barcelona na final da Taça do Rei. A equipa de Gonçalo Guedes chegou ontem a meio da tarde ao aeroporto de Valência proveniente de Sevilha e nem tinha muitos adeptos à espera – como tinha sido recomendado pela direção do clube -, mas daí para a frente viram uma cidade inundada com as cores da comunidade valenciana.

Nas avenidas da cidade, mais de 15 mil pessoas aplaudiram um conjunto que vibrava num autocarro panorâmico, com vários jogadores, entre eles Rodrigo e Garay (ex-Benfica) e Piccini (ex-Sporting),a levantarem bem alto o troféu conquistado em Sevilha.

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O destino era só um: o Mestalla. E aí a festa virou apoteose. Um estádio cheio com 50 mil pessoas recebeu os seus heróis e ainda outros milhares de adeptos tiveram de ficar à espera fora do anfiteatro che para conseguirem vibrar com os obreiros da conquista. "É uma felicidade tremenda esta receção", começou por dizer o técnico Marcelino, que agradeceu "a todos os que amam o clube". "Os resultados estão à vista, graças à garra desta equipa. Temos de trabalhar juntos para fazermos do Valencia campeão", reforçou o treinador, de 53 anos. Já o capitão Parejo confessou a chave do sucesso frente ao Barça: "Este plantel tinha menos experiência, mas com esta alma nunca perdemos."

Vezo não foi esquecido

A celebração do Valencia contou ainda com camisolas personalizadas, as quais incluíam os nomes dos 30 jogadores que fizeram parte do plantel esta época, entre eles Rúben Vezo. O central, de 25 anos, esteve emprestado pelos che ao Levante na segunda metade da época, mas o facto de ter chegado a realizar cinco encontros na Taça pelos valencianos mereceu que fosse lembrado pelo clube.

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Por Filipe Balreira
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