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Quique Setién esteve apenas meia época ao serviço do Barcelona, mas ficou ligado a uma das maiores humilhações da história do clube - a goleada por 8-2, sofrida perante o Bayern Munique, no Estádio da Luz, para a Liga dos Campeões. Passaram-se quatro anos desde essa data histórica, que culminou com o despedimento do técnico, e só agora é que o treinador espanhol irá receber a última parte do acordo que realizou com o ex-presidente do clube Josep Bartomeu, como escreve a 'Marca' este sábado.
As dificuldades financeiras do Barcelona têm sido tema constante - ainda esta temporada o clube se viu aflito para inscrever Dani Olmo (contratado ao Leipzig). O emblema catalão, tal como outros, sobreviveu com dificuldades à pandemia e vê-se agora na necessidade de adquirir patrocínios e investidores que o ajude a manter-se competitivos numa liga espanhola que dá bastante valor ao equilíbrio financeiro. O treinador espanhol viu-se no meio deste aparato todo e só agora, quatro anos após o seu despedimento, é que irá receber o dinheiro que falta do contrato estabelecido, naquela época, com o Barcelona.
Recorde-se que desde a saída de Quique Setién já passaram pelos catalães quatro treinadores: Ronald Koeman, Sergi Barjuan (como interino), Xavi, e agora Hansi Flick.
Ao serviço do Barcelona, o ex-treinador do Villarreal venceu 16 jogos em 25 possíveis, tendo sido eliminado dos quartos-de-final da Taça do Rei e da Liga dos Campeões, e terminado como vice-campeão espanhol, cinco pontos atrás do Real Madrid.
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