_
Joan Laporta, recentemente reeleito como presidente do Barcelona, concedeu uma entrevista à 'Marca na qual falou de vários temas prementes na atualidade do clube. Entre eles, um dos assuntos abordados foi a importância de dominar a língua catalã, reafirmando-a como a oficial do emblema da cidade condal. No entanto, garantiu que não tenciona obrigar todos os atletas a dominá-la, como indicavam alguns rumores.
"Não temos essa intenção, deixamos isso à consideração de cada um. O Barça é uma instituição catalã, aberta ao mundo, que está comprometida com a democracia, com a liberdade, com a nossa cultura e com a nossa língua. O idioma oficial do Barça é o catalão e os jogadores sabem disso. Sempre achei que a questão da língua é muito delicada e que o pior que podemos fazer é impô-la.", afirmou o dirigente.
O líder blaugrana acrescentou que, ainda assim, fica orgulhoso de jogadores que se esforçam em aprender a língua e dá o exemplo de Kika Nazareth: "Fico orgulhoso de gente como Fermín, que vem de uma aldeia na Andaluzia e tem esta sensibilidade. A Kika Nazareth é portuguesa, chegou aqui e já fala perfeitamente catalão".
Laporta abordou ainda a sua relação com Florentino Pérez, na qual garante haver respeito mútuo, embora admite que se deteriorou com o avanço do caso Negreira em tribunal.
"A minha relação com o presidente do Real Madrid é de respeito mútuo. Costumávamos falar sobre a Superliga, onde os nossos interesses convergiam. Naquela altura, havia mais contacto. Mas esse contacto esfumou-se a partir do momento em que entraram no caso Negreira. Cada vez que o juiz tenta arquivar o caso, apresentam provas, que são declarações na rádio ou nos média, provas essas que acabam sempre por ser inúteis. Há aqui um interesse muito obscuro em jogo. Querem prolongar este processo para justificar o que diz o canal de televisão deles, segundo o qual os juízes favorecem o Barça. Isto deteriorou a relação institucional. A relação pessoal é de respeito mútuo, mas a relação entre os clubes foi gravemente prejudicada", explicou.
Presidente do Barcelona recusou ainda tornar obrigatório saber a língua catalã para jogar no clube
Jovem craque do Barcelona esteve à conversa com Guti
Extremo espanhol ficou visivelmente abalado com a situação e lançou um comunicado nas redes sociais
Jogador do Benfica mantém fiéis interessados
Ex-jogador e agora comunicador recorda episódio curioso em entrevista à 'Sábado'
Nervos estiveram à flor da pele durante a cobrança dos penáltis, que viria a determinar o vencedor da partida
Gauleses ultrapassam Espanha e Argentina
Adeptos locais assobiaram também o hino egípcio
Internacional bósnio de 40 anos trabalhou com portugueses na Roma
Extremo joga no Ethnikos Achnas mas acredita no regresso à liga portuguesa