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Raphinha confessou que recorre assiduamente a um psicólogo, situação que aos poucos vem deixando de ser tabu no mundo do futebol.
“Há três anos comecei a ter consultas com um psicólogo. Antigamente, pensava que isso era uma coisa para malucos, mas acabei por perceber a importância que tem para um profissional de futebol. Então, decidi avançar. Ainda há muita gente que pensa que só quem tem problemas na cabeça deve frequentar um psicólogo, nada mais errado, claro! É muito importante para entender aquilo que se passa connosco”, disse o extremo do Barcelona à Catalunya Rádio, dirigindo depois a atenção para o campeonato: “Se há gente que não se empolga com a La Liga, então se calhar é melhor não estar aqui...”