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Outros nomes de dirigentes dos culés constam na acusação
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Joan Laporta pode estar mais uma vez a braços com a justiça. Um sócio do Barcelona, acompanhado por um advogado e um agente judicial, apresentou queixa contra o presidente do clube, cinco membros da direção, o irmão e dois diretores culés junto do Tribunal Central de Instrução. A denúncia, inicialmente divulgada pelo 'El Periódico', acusa estes dirigentes de branqueamento de capitais, transações financeiras no estrangeiro, recebimento de comissões indevidas e fraude fiscal.
Joan Laporta, em declarações à 'Catalunya Ràdio', descreveu a queixa como "calúnia que será devidamente tratada", criada para prejudicar a sua recandidatura à presidência dos blaugrana. O advogado de 63 anos diz saber do que se trata a acusação e de que não passa de uma "estratégia jurídica e mediática" preparada contra si.
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A denúncia alega que Laporta e a equipa cometeram irregularidades nos contratos que assinaram com a Barça Vision, o Grupo New Era Visionary, a Limak, a Nike e relativos à zona VIP, ocultando o acesso dos sócios aos contratos sob o pretexto da confidencialidade. Segundo a mesma, estes contratos envolviam a cobrança de comissões ilícitas através de uma sociedade composta por empresas sediadas em Espanha, Chipre, Croácia, Estónia e Dubai.
Agora, o Tribunal irá nomear o juiz para este processo, a quem caberá decidir se admite ou não esta queixa que abalou a campanha eleitoral no Barcelona.
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