Rui Silva em grande no Betis: «Estou no melhor momento da minha carreira»

Guardião português tem dividido com Claudio Bravo a baliza do atual 3º classificado da La Liga

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Rui Silva, guarda-redes português do Betis, abordou o grande momento de forma da equipa andaluz, atual 3ª classificada da La Liga, à frente de clubes como o Atlético de Madrid ou o Barcelona. Em entrevista ao canal do clube espanhol, o guardião de 27 anos, que chegou esta época ao Benito Villamarín oriundo do Granada, falou ainda de outros assuntos como o recente falecimento do pai, a adaptação e a 'luta' pela baliza que trava com Claudio Bravo e Joel Robles.

"A nossa equipa está a desfrutar bastante. Quando perdes, nem tudo está mal e quando ganhas, nem tudo está bem. No futebol tudo muda muito rápido e temos de desfrutar deste grande momento", começou por dizer, acrescentando: "Estamos habituados a competir de três em três dias e é algo que nos faz crescer muito. Esperemos que os próximos dois meses, em que jogaremos neste ritmo, possam ser meses que façam sonhar."

Já sobre o falecimento do pai, Rui Silva agradeceu aos adeptos pelo apoio e revelou que foi a jogo porque essa seria a melhor forma de homenageá-lo. "Nunca estamos preparados para estas coisas. O melhor que podia fazer era jogar esse jogo, porque certamente que era isso que o meu pai queria. Estar em casa, dando voltas, a pensar, não ia ajudar, pelo que o melhor a fazer é o que mais gosto, que é jogar futebol. É certo que há tempo para chorar, para o luto, mas sei que era importante, para ele, para a minha família, jogar aquele jogo e foi a melhor homenagem que lhe podia ter prestado. Foi um dia emotivo, para mim e para a minha família e estou agradecido por todo o apoio", disse.

A adaptação ao novo clube e à nova cidade, essa, foi relativamente fácil, até porque permaneceu na Andaluzia. "Estou muito bem integrado. A mudança não foi muito grande porque Sevilha é perto de Granada, a liga é a mesma, mas há sempre coisas que mudam. É uma equipa diferente, ideias novas e no início é sempre mais difícil. No início notava essa mudança, porque sabia que era diferente o método como jogava no Granada e no Bétis, onde o guarda-redes tem de estar mais predisposto a receber a bola, o jogo de pés é importante, é preciso um período de adaptação e creio que com os jogos que pude disputar, fui crescendo", rematou.

O luso tem sido o guardião mais utilizado no Betis (18 jogos) mesmo com a concorrência do experiente Claudio Bravo (12) e de Joel Robles (3), garantindo que vive o melhor momento da carreira. "O treinador está a gerir bem entre todos os guarda-redes e a competição saudável entre nós é muito importante. O Claudio e o Joel são guarda-redes com muita experiência, mas eu estou no melhor momento da minha carreira. Amadureci e agora estou mais experiente. Com a experiência e o respeito de cada um, é fundamental para chegarmos ao êxito. Quando cada um joga, corresponde da melhor forma", finalizou.

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