Ex-dirigente do Barcelona diz que o clube rejeitou contratar Haaland e Mbappé

Javier Bordas critica gestão do clube catalão nas últimas temporadas

• Foto: Reuters

O ex-dirigente do Barcelona, Javier Bordas, não poupou nas críticas ao modelo de gestão do clube, nas últimas temporadas e revelou como os blaugrana rejeitaram contratar dois craques do futebol mundial, neste momento. Sendo eles Haaland, avançado norueguês do Borussia Dortmund, e Mbappé, avançado francês do PSG.

Quanto ao craque que atua na Alemanha, quando o B. Dortmund se chegou à frente para o contratar ao RB Salsburgo, da Áustria, o Barcelona teve oportunidade para o contratar. 

"Disseram-me que não era um jogador à Barça", revelou Bordas em declarações ao 'Mundo Deportivo'. Provavelmente, Bartomeu, presidente do Barcelona, estaria a pensar no insucesso que foi a passagem de Zlatan Ibrahimovic pela Catalunha, podendo ter comparado ambos os jogadores, pois são altos e nórdicos. No entanto, aquilo que ainda cria mais estupfação é o facto de, nesse momento, o Barcelona ter preferido contratar Kevin-Prince Boateng por empréstimo.

No segundo caso, Javier Bordas garantiu que houve uma clara preferência por outro craque e também francês. 

"Quando estávamos prontos para assinar com Dembélé, recebi uma chamada a dizer que o Mbappé, na altura no Monaco, estava ao nosso alcance. Liguei ao presidente que me mandou averiguar a situação", revelou e contou a história: "Entrei em contacto com o pai dele que me disse que ele não queria ir para o Real Madrid, por causa de Ronaldo, Bale e Benzema e que preferia ir para o Barça, porque Neymar já não estava lá. Também falei com o presidente do Monaco que me disse que preferia vendê-lo ao Barcelona, do que reforçar o adversário no campeonato francês, o PSG. E por 100 milhões de euros podia ter sido feito."

No entanto, neste aspeto havia outra estrela em ascensão em cima da mesa e o Barcelona acabou mesmo por escolher Dembélé do Borussia Dortmund. Bordas revelou aquilo que a direção do clube lhe transmitiu e olhando para o presente, o tiro saiu um pouco ao lado.

"A justificação foi que o Mbappé jogava só para si, enquanto o Dembélé era um jogador de equipa", confessou.

Por Luís Magalhães
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