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Haaland comenta declaração de Florentino Pérez: «Suplente de Benzema? Gosto de rir»

Presidente do Real Madrid revelou o porquê de não ter contratado o norueguês, que agora respondeu

• Foto: Reuters
Erling Haaland transferiu-se este verão para o Manchester City, após três temporadas de sucesso no Borussia Dortmund. O avançado norueguês, de 22 anos, foi confrontado com as palavras de Florentino Pérez, que disse que não havia contratado o avançado porque este seria suplente de Karim Benzema, e respondeu assim.

"É algo que acontece no futebol. Gosto de rir, mas não penso muito em conversas de fora. Não posso. Significa que não estou focado e não estou no meu melhor. É bom que nos divertamos. Falar é bom e no final somos amigos", frisou a nova coqueluche do ataque dos citizens em declarações à revista 'FourFourTwo'.

Haaland representa agora o antigo clube do pai e ex-médio Alf-Inge Haaland, que entre 2000 e 2003 envergou a camisola do clube de Manchester. O filho afirmou que "não era garantido que um dia jogasse no City".

"Se pensasse nos rumores, a minha cabeça explodiria e isso não me ajudaria em campo. É no relvado que tenho de estar no meu melhor, é lá que tenho de me apresentar. Para isso, tenho de estar relaxado. Isso é importante para mim. Os rumores fazem parte do futebol, eu entendo, mas estão fora do meu controlo. Se eu não posso fazer nada sobre isso, então eu ignoro-os. Mas com o Manchester City não sei, estão certos, havia algo ali desde o início. Gosto muito do clube, sempre gostei, claro. Sei muito sobre este sítio desde a época em que o meu pai aqui esteve. Igualmente importante é o facto de gostar de como eles jogam desde que o Pep Guardiola chegou", frisou o goleador norueguês, para quem o golo de Agüero, que decidiu o campeonato a favor do City em 2011/12, "parece que foi ontem".

"O Manchester United já tinha ganhado [o seu jogo]. Era um desespero. Mas depois, aos 90'+1 minutos, acho que foi o Edin Dzeko a marcar. Há esperança, mas há muito pouco tempo. O golo da vitória foi muito estranho. O Mario Balotelli está no chão, mas de alguma forma ele passa a bola para o Sergio Agüero que fecha os olhos e chuta. Aí foi a loucura. O meu pai e eu levantámo-nos dos nossos lugares e corremos pela sala a gritar. Foi especial", recordou Haaland, que na altura tinha apenas 11 anos.
Por Flávio Miguel Silva
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