Maiorca aprova redução salarial de 15% se a Liga espanhola for cancelada

Devido à pandemia do novo coronavírus

O Maiorca chegou este domingo a acordo com o plantel principal e o treinador, Vicente Moreno, para reduzir 15 por cento dos salários da época 2019/20, se a Liga espanhola for cancelada devido à pandemia do novo coronavírus.

"Estamos a enfrentar uma das emergências públicas mais importantes dos últimos tempos e o desporto em si não é estranho ao seu grande impacto", refere em comunicado o clube das baleares, que à altura da suspensão seguia em zona de despromoção (18.º), com 25 pontos.

A direção do Maiorca adianta que, perante os "desafios apresentados pela pandemia" e "pela suspensão das competições de futebol", foi forçada, "num exercício de responsabilidade", a "uma reavaliação das expectativas financeiras e a considerar todos os cenários possíveis".

O clube expressa também a sua gratidão "aos jogadores, treinador e também aos diretores, que reduziram a sua remuneração".

"Todos agiram com generosidade, unidade e defesa dos valores do clube e mostraram uma total predisposição na busca de soluções para proteger o resto dos trabalhadores e garantir a viabilidade da instituição", acrescenta o comunicado.

O Maiorca transmite também uma mensagem "de solidariedade e gratidão" para com todos os profissionais "que estão na linha da frente da luta" contra a covid-19 e estende as suas condolências aos que morreram na crise de saúde.

O clube tem em marcha a campanha de solidariedade 'Guanyarem!' (Nós venceremos), que tem como objetivo, através do Banco de Alimentos de Maiorca, ajudar os afetados pela covid-19.

A nível global, a pandemia de covid-19 já provocou mais de 160 mil mortos e infetou mais de 2,3 milhões de pessoas em 193 países e territórios. Mais de 518 mil doentes foram considerados curados.

Em Portugal, morreram 714 pessoas das 20.206 registadas como infetadas.

A doença é transmitida por um novo coronavírus detetado no final de dezembro, em Wuhan, uma cidade do centro da China.

Para combater a pandemia, os governos mandaram para casa 4,5 mil milhões de pessoas (mais de metade da população do planeta), encerraram o comércio não essencial e reduziram drasticamente o tráfego aéreo, paralisando setores inteiros da economia mundial.

Face a uma diminuição de novos doentes em cuidados intensivos e de contágios, alguns países começaram a desenvolver planos de redução do confinamento e em alguns casos, como Dinamarca, Áustria ou Espanha, a aliviar algumas das medidas.

Por Lusa

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