Mestalla, o cemitério de treinadores
Valencia despediu oito técnicos e teve dois interinos nos últimos quatro anos
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Desde que Unai Emery deixou o comando técnico do Valencia, no final de 2011/12, que o clube se tornou num autêntico cemitério de treinadores. Em apenas quatro anos, o clube foi orientado por oito técnicos e dois interinos.
Cesare Prandelli foi o mais recente treinador a abandonar o Valencia e também o que menos tempo durou à frente da equipa. Foram apenas oito jornadas, em que somou uma vitória, três empates e quatro derrotas. O técnico qualificou a equipa che para os quartos-de-final da Taça do Rei mas, no campeonato, o Valencia está perto dos lugares de despromoção.
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É a segunda vez que o Valencia despede um treinador esta temporada: antes de Prandelli, Pako Ayestarán. Em 2015/16, a equipa foi orientada Nuno Espírito Santo, Gary Neville e Ayestarán (que transitou para esta temporada), com Voro a assegurar as transições entre treinadores.
A temporada 2014/15 foi a mais estável que o Valencia conheceu nos últimos anos, com Nuno Espírito Santo à frente da equipa toda a época. Em 2013/14, passaram pelo comando técnico Djukic e Pizzi, com Nico Estévez a assumir o cargo interinamente; em 2012/13 foram Pellegrini e Valverde.
A saída de Prandelli provocou alguma indignação entre os notáveis do Valencia. Mario Kempes, glória do clube che, utilizou o Twitter para reprovar a saída do técnico italiano e a dar conta da mais que provável substituição por Voro "para apagar o incêndio provocado por Lim e Mendes".
Y ahora señores tras la supuesta dimisión de Prandelli otra vez aparecera el bueno de Voro para apagar el incendio que provocan Lim y Mendez