Raúl Garcia não aceitava final da Taça do Rei sem público: «Era como fazer cara ou coroa»

Médio do Athletic Bilbao estranha ausência de adeptos

A final da Taça do Rei, entre Athletic Bilbao e Real Sociedad, só se vai jogar quando houver possibilidade de os adeptos assistirem aos jogos nas bancadas, algo que só se prevê para a próxima temporada. Trata-se de uma decisão plenamente aprovada por Raúl Garcia, médio do Athletic.

"Não se devia ter de escolher entre uma coisa e outra, mas seria a maneira de jogar uma final que significa muito. Para mim, e digo-o do coração, ter de a jogar sem público era o mesmo que fazer cara ou coroa.

Raúl Garcia falou ainda sobre o regresso à competição nestes moldes e traçou uma comparação com os treinos. "Não há sensação de jogo, de ritmo, parece que estamos a ver um treino. A questão da distância não faz muito sentido, não vou falar com um adversário num canto para que não me contagie. Se é para competir, vai haver contacto. Sou o primeiro a defender que é preciso ter as medidas de segurança, mas não faz sentido não nos podermos abraçar a festejar um golo quando treinamos a semana toda juntos", acrescentou.

Por Pedro Gonçalo Pinto
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