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O sete tem um significado especial para Cristiano Ronaldo. Com este número na camisola tornou-se ídolo no Manchester United e com ele às costas continua a subir degraus em Madrid de uma forma vertiginosa, ao ponto de o trono da casa Real estar ali tão perto. Nas seis temporadas de blanco já ganhou um lugar de destaque na história dos merengues, pulverizando sucessivos recordes, mas a sétima dar-lhe-á, com certeza, a glória suprema: o primeiro lugar no pódio dos máximos goleadores do Real.
Lendas como Butragueño, Hugo Sánchez ou Puskas, que muitos consideravam inalcançáveis, já ficaram para trás e na terça-feira foi a vez de Di Stéfano ver-se alcançado pelo internacional português, que agora só tem Raúl pela frente. O golo à Juventus (2-1), na 1.ª mão das meias-finais da Champions, foi o 307.º de Ronaldo com a camisola blanca, ficando a 16 do espanhol, numa altura em que faltam, no máximo, cinco jogos por disputar – três no campeonato e um ou dois na Liga dos Campeões – até final da época. O reinado de Raúl, de quem Cristiano herdou a camisola 7, deverá, assim, conhecer o seu fim em 2015/16. Mas, até lá, o português ainda tem outros objetivos na mira.
Esta época, durante a qual conseguiu, pela primeira vez, apontar cinco golos num jogo – ao Granada, em abril –, soma 54 golos em todas as competições, 42 deles no campeonato, os quais lhe permitem liderar a tabela de artilheiros. Ronaldo leva a média de 1,08 golos por jogo, a segunda melhor da carreira, apenas superada pela de 2011/12 (1,09) em que chegou aos 60 golos, registo que ainda pode igualar nesta campanha. O apetite goleador de CR7 parece não ter limites e deverá valer-lhe este ano a 4.ª Bota de Ouro da carreira.
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